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Finintox - caixa com 6 und. de 600g

Previne e trata as intoxicações provenientes de plantas tóxicas (Cenécio e Samambaia)

Tratamento preventivo de intoxicações causadas por pantas

Indicações:

  • Intoxicação por plantas
Finintox
caixa com 6 und. de 600g

Disponibilidade: Em estoque

Por: R$103,44
ou 6x de R$17,24 sem juros no cartão
  • Sem contraindicações
  • Sem riscos a saúde em caso de superdosagem
  • Ausência total de toxidez
Finintox - caixa com 6 und. de 600g

Para que serve?

Indicado na prevenção e tratamento das intoxicações decorrentes da ingestão de plantas tóxicas.

Indicações

Indicado na prevenção e tratamento das intoxicações decorrentes da ingestão de plantas tóxicas (samambaia, maria mole, flor das almas, etc) para ruminantes e equinos. 

Uso Oral

Bovinos e Equinos:

Uso Preventivo: fornecer via ração ou suplemento protéico e/ou mineral 10g/cab/dia, todos os dias.

Uso Curativo: Nas regiões endêmicas, assegurar a ingestão diária para TODOS os ANIMAIS da propriedade de 20 a 40g de acordo com o tamanho do animal. Conforme a gravidade do desafio e avaliação do Médico Veterinário responsável as doses diárias podem ser aumentadas, devendo ser mantidas até a parada das hemorragias ou das diarreias. Após, CONTINUAR com doses de manutenção enquanto as plantas tóxicas não forem eliminadas totalmente dos campos. 

Ovinos e Caprinos:

Fornecer via suplemento mineral ou ração de 5 a 20g/dia, conforme o desafio. Ajustar a quantidade do FININTOX a ser incorporada na ração de acordo com a dose indicada cabeça/dia.

Nos casos de rações peletizadas consultar o Departamento Técnico da REAL H. As doses podem ser alterada a critério do Médico Veterinário e associação com o FIGOTONUS pode estar indicada em determinadas situações.

Modo de conservação e validade

Conservar em local seco e arejado, ao abrigo do sol, longe de odores fortes e de fontes com radiação eletromagnética. Assegurar-se que a mistura final fique homogênea. Manter as embalagens sempre bem fechadas após a abertura inicial. Validade de 18 meses a partir da data de fabricação.

ContraIndicações

Não existem. Em caso de dúvidas consulte um Médico Veterinário ou a Real H.

Apresentação

Embalagens de 600g e saco de 20kg.

A produção pecuária brasileira, na sua busca por melhores resultados, considerando custo-benefício, deve manter condicionado ao sistema a preocupação com a sanidade animal, que inclui necessariamente estratégias de manejo da propriedade. Uma prática importante é o manejo de pastagem, no qual está incluída a observação e eliminação de plantas tóxicas. Nesse contexto, algumas plantas de importância à pecuária devem ser conhecidas, visando evitar perdas de animais e, consequentemente, redução da produtividade.

Plantas tóxicas de interesse pecuário são aquelas que, quando ingeridas por bovinos, causam danos à saúde ou mesmo a morte. As que causam “morte súbita” correspondem a quase 20% das plantas tóxicas existentes no Brasil, e são responsáveis por metade das mortes causadas por este problema no país.

As famílias botânicas principais são: Rubiaceae, Bignoniaceae e Malpighiacae. É possível destacar duas plantas envolvidas na maioria dos casos observados e relacionados à morte súbita, a Palicourea marcgravii e a Mascagnia rigida.

A mais importante do Brasil, e do grupo das que causam intoxicação superaguda, é a Palicourea marcgravii, um arbusto da família Rubiaceae, popularmente conhecida pelos nomes: “cafezinho”, “erva-de-rato”, “café-bravo”, “erva-café”, “vick”, “roxa” e “roxinha”. É encontrada em todo Brasil, com exceção da Região Sul e do estado de Mato Grosso do Sul.

Outra planta causadora de morte súbita é a Mascagnia rigida, da família Malpighiaceae. É a planta tóxica mais conhecida e difundida na Região Nordeste e Sudeste do Brasil. Conhecida como “timbó”, “tingui” e “quebra-bucho” na Bahia; “salsa-rosa” e “rama-amarela” em Minas Gerais; e “suma-branca” e “suma-roxa” no Espírito Santo.

A Samambaia do Campo, ou simplesmente Samambaia (Pteridum Aquilinum), é uma planta invasora, perene, herbácea e ereta, que pode ser encontrada em praticamente todo o Brasil.

Dentre as plantas causadoras de lesões hepáticas, duas são frequentes na Região Sudeste: o Cestrum sp. (“dama-da-noite”) e o Senecio sp. (“flor-das-almas” ou “maria-mole”).

A utilização da Homeopatia de forma preventiva e curativa em regiões endêmicas proporciona a eliminação constante das toxinas oriundas destas plantas. O sucesso total para solução do problema somente ocorrerá com a eliminação da planta tóxica, portanto o produtor deve ser conscientizado que a continuidade da ingestão da mesma pelos animais, invariavelmente leva o animal a óbito.

a) Este produto pode deixar resíduo?

Não. Por se tratar de um produto natural, sua técnica de produção ultrapassa a divisibilidade da matéria, restando ao final apenas a energia do medicamento.

b) Como posso fornecer o produto?

O fornecimento deve ocorrer diretamente na alimentação dos animais, seguindo as doses preconizadas de acordo com a categoria e divididas em dois tratos diários.

c) Quanto tempo demora a verificar os resultados?

A resposta é rápida, principalmente por melhorar o equilíbrio orgânico do rebanho, reduzindo o estresse. Sua ação de drenagem faz com que ocorra eliminação das toxinas presentes no organismo.

d) Não tenho como separar o rebanho, posso fornecer para todas os animais da propriedade?

Sim. Não existe contra indicações, por isso o produto pode ser fornecido para todas as categorias.

e) Qual o princípio ativo contido neste produto?

Os produtos homeopáticos utilizam ingredientes do Reino Animal, Mineral e Vegetal em sua composição.

f) Posso utilizar mais de um produto numa mesma mistura?

Sim. Os produtos homeopáticos não anulam a função um do outro, ou seja, um potencializa a função do outro. Podendo ser trabalhados vários desafios em uma única alimentação. Ex: via ração podemos utilizar ate três produtos.

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